Gestores da saúde pública municipal comparecem à Câmara para esclarecer alegações de perseguição a funcionários

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Atendendo a convite da comissão de saúde da câmara municipal, compareceram nesta segunda (6/5), os gestores da saúde municipal, dentre os quais o secretário Flávio Garajau, o superintendente do hospital municipal, Daniel Aragão, coordenadores de departamento e servidores convidados, para esclarecer quanto às alegações de perseguição política feitas por servidores daquela secretaria.

No dia 30 de abril, servidores fizeram uma grande manifestação na frente do hospital municipal, dirigindo-se em seguida à câmara municipal, onde acontecia a sua reunião ordinária. As palavras de ordem proferidas e cartazes corroboravam as alegações publicadas em redes sociais de que estes servidores estariam sendo perseguidos politicamente, com transferências de seus locais de trabalho no Hospital Municipal para outras unidades de saúde.

Em resposta, o secretário expressou que estes servidores não foram os primeiros e nem serão os últimos a serem remanejados, pois esta é uma prática inerente à administração para adequar os serviços às necessidades que se apresentam. Afirmou categoricamente que não há perseguição e acrescentou que os serviços de saúde no município estão constantemente sofrendo modificações para melhor atender aos usuários, a exemplo da ampliação do próprio hospital, o que exige mudanças no quadro funcional. A demanda crescente dos serviços nos bairros também fazem com que a administração realizem mudanças estratégicas.

O vereador Hesinho atentou para a necessidade de uma mudança no modelo de gestão adotado, pois é o mesmo há cerca 20 anos, “um modelo que demanda cada vez mais recursos e não traz uma solução definitiva aos problemas”. Já o assessor jurídico da casa, Dr. Elvis Ribeiro, chamou atenção para a necessidade de uma atualização da lei que regulamenta os serviços públicos, que segundo ele, está muito defasada em relação à realidade do município. “Geralmente, os servidores se mobilizam para tentar mudar problemas pontuais, o que ocorre através de portaria, enquanto o problema está na própria lei que ficou defasada”, pontuou.

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